| 2014 |
5 |
7 |
6º lugar |
Primeira participação nacional; conhecida pelo jogo físico e caótico. |
| 2015 |
6 |
6 |
5º lugar |
A defesa começou a ganhar fama por jogar sem limite de vantagem. |
| 2016 |
7 |
5 |
4º lugar |
Ataque adaptativo tomou forma; viradas no 2º tempo viraram marca registrada. |
| 2017 |
8 |
4 |
3º lugar |
Crescimento ofensivo; vários jogadores dividiram o protagonismo. |
| 2018 |
9 |
3 |
2º lugar |
Chegaram a uma semifinal nacional; resistência física chamou atenção. |
| 2019 |
8 |
4 |
3º lugar |
Consolidação da identidade agressiva; rivais reclamaram da intensidade de contato. |
| 2020 |
9 |
3 |
2º lugar |
Consistência tática e preparo físico; várias vitórias em jogos decididos no fim. |
| 2021 |
10 |
2 |
2º lugar |
Melhor campanha até então, mas caíram na final nacional. |
| 2022 |
11 |
1 |
1º lugar |
Primeira e única vitória nacional; aumento das "cações controladas". |
| 2023 |
7 |
5 |
3º lugar |
Ano irregular; destaque para ataques assimétricos e improviso ofensivo. |
| 2024 |
6 |
6 |
4º lugar |
Reconstrução; controlou a defesa intensamente, mas faltou regularidade. |